O alagoano Fabrício Duarte, de 25 anos, morreu no último sábado (10) enquanto atuava como combatente estrangeiro na guerra da Ucrânia. Natural do município de Olivença, no Sertão de Alagoas, ele estava no país europeu quando morreu. Agora, a mãe, Waldynha Sonny Syllva, busca ajuda para conseguir trazer o corpo do filho de volta ao Brasil.
Em um vídeo publicado nas redes sociais, Waldynha relatou os últimos contatos que teve com Fabrício e pediu apoio para viabilizar o traslado. Segundo ela, a última comunicação ocorreu na quinta-feira (8), quando o jovem teria enviado um áudio afirmando que voltaria para Alagoas.
Mãe recebeu informações sobre emboscada
De acordo com relatos repassados à família por colegas de Fabrício, o alagoano teria sido surpreendido por uma emboscada de soldados russos em uma cidade localizada no sul da Ucrânia.
Ainda conforme essas informações, ele teria sido atingido por uma mina terrestre. O jovem teria resistido por algum tempo após sofrer os ferimentos, mas não sobreviveu.
As circunstâncias da morte foram relatadas à mãe por pessoas que estariam com Fabrício ou que tinham informações sobre o ocorrido. Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais que permitam confirmar de forma independente a dinâmica do episódio.
Família procura embaixada brasileira
Após receber a notícia da morte, a família entrou em contato com a Embaixada do Brasil na Ucrânia para buscar informações sobre os procedimentos necessários para a liberação e o traslado do corpo.
Waldynha afirmou que não possui condições financeiras para arcar com os custos envolvidos no transporte internacional e pediu ajuda para que o filho possa ser sepultado no Brasil.
O traslado de um corpo do exterior pode envolver despesas com documentação, preparação, transporte e procedimentos exigidos pelas autoridades dos países envolvidos.
Alagoano era natural de Olivença
Fabrício Duarte tinha 25 anos e era natural de Olivença, município localizado no Sertão alagoano. Ele atuava como combatente estrangeiro na guerra entre Rússia e Ucrânia, conflito que segue provocando mortes e deslocamentos desde a invasão russa em fevereiro de 2022.
A família agora busca informações oficiais sobre os procedimentos para trazer o corpo ao país e tenta mobilizar apoio para viabilizar o retorno.
Até o momento, não há confirmação sobre a data em que o corpo poderá chegar ao Brasil.

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