Em diferentes depoimentos, profissionais que construíram suas trajetórias diante dos microfones lamentaram a interrupção da programação e classificaram a medida como censura. “Eu trabalho na Rádio Quilombo há 34 anos. Nunca vi uma coisa como essa”, afirmou um dos comunicadores.
A suspensão foi determinada liminarmente pelo TRE-AL após ação apresentada pela coligação “Pra Alagoas Fazer História de Novo”, encabeçada por Renan Filho. A medida também alcançou dez perfis nas redes sociais, incluindo páginas ligadas à Rede Francês. A decisão vale até o encerramento da votação de 4 de outubro.
Nos relatos, os comunicadores também destacam o impacto sobre programas que fazem parte da rotina de milhares de ouvintes e desenvolvem ações sociais. “A Rádio Quilombo, a voz do povo, se calou”, lamentou um deles.
Entre indignação e emoção, uma mensagem se repetiu nas diferentes vozes: “Não à censura.”

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