Neste sábado (30), publicações nas redes sociais espalharam a falsa informação de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia morrido. A notícia foi rapidamente desmentida após a divulgação de fotografias feitas pela agência France-Presse (AFP), que registraram Trump saindo da Casa Branca pela manhã ao lado da neta, Kai Trump, a caminho de um clube de golfe na Virgínia.
A onda de desinformação teve como base três pontos distorcidos: a ausência de compromissos oficiais na agenda do presidente, um hematoma visível em sua mão e a bandeira americana hasteada a meio-mastro.
Segundo a Casa Branca, a marca na mão de Trump é resultado de uma irritação cutânea associada ao uso de aspirina e apertos de mão constantes. Já a bandeira a meio-mastro foi determinada em decreto de 27 de agosto, em memória das duas crianças mortas em um ataque a uma igreja em Minneapolis, medida que se estende até 31 de agosto.
Além disso, a equipe presidencial lembrou que a rotina leve não significa afastamento das funções. Aos 79 anos, Trump foi diagnosticado em julho com insuficiência venosa crônica, condição considerada comum e benigna para a idade, mas que exige atenção médica regular.
A propagação do boato é mais um exemplo da velocidade com que informações falsas ganham repercussão digital, mesmo diante de evidências claras em sentido contrário.

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