Dias antes de ser executada em Cascadura, Zona Norte do Rio, a traficante Eweline, conhecida como Diaba Loira, divulgou nas redes sociais vídeos comentando o episódio em que o influenciador Hytalo Santos foi agredido em um baile funk no Complexo da Penha, em 2023.
No material publicado, Diaba Loira trouxe à tona bastidores da confusão, que envolveu brigas, celulares quebrados e a chamada “Turma do Hytalo”, grupo de jovens influenciadores marcado por dinâmicas de cunho sexual. O influenciador já havia sido alvo de críticas após expor a paraibana Kamylinha Silva, em 2018, quando ela tinha 12 anos. Anos depois, a adolescente chegou a anunciar uma gravidez do irmão de Hytalo, Hyago Santos, mas sofreu um aborto espontâneo.
Além das polêmicas envolvendo o influenciador, Eweline também usou seus perfis para afirmar que a mãe havia sido assassinada por rivais do Comando Vermelho — informação desmentida após a mulher comparecer à polícia.
A criminosa reforçou ainda sua ligação com o Terceiro Comando Puro (TCP) e com a Tropa do Coelhão, facção atuante no Complexo da Serrinha, liderada por Wallace Brito Trindade, o Lacosta, um dos mais procurados do estado.

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