A apresentadora Adriane Galisteu compartilhou uma lembrança marcante sobre Dona Neyde, mãe de Ayrton Senna, ao recordar a tensão que envolvia as corridas de Fórmula 1 do piloto. O relato foi feito no documentário Meu Ayrton, por Adriane Galisteu, no qual ela também revelou uma reação curiosa ao ouvir o próprio filho, Vittorio, expressar o desejo de se tornar piloto.
Segundo Galisteu, Dona Neyde preferia assistir às provas de Senna de casa, evitando o estresse de vê-lo correr a mais de 300 km/h ao vivo. Nas raras ocasiões em que comparecia aos autódromos, acompanhava tudo de pé, quase sem se mover, demonstrando a apreensão típica de uma mãe diante do perigo.
“Achei aquilo muito angustiante, e pela primeira vez senti o que é para uma mãe ter um filho correndo a 300 km/h na sua frente. Você não se acostuma com isso. Não tem como se acostumar”, contou a apresentadora no documentário.
No mesmo trecho, ela foi questionada sobre a possibilidade de o filho seguir os passos do lendário piloto. “Se o Vittorio virar para você e falar: ‘vou ser piloto’?”, perguntou o produtor. Rindo, Galisteu respondeu: “Ele já virou e fingi que não ouvi”.
No último domingo (9), Adriane Galisteu esteve com o marido, o empresário Alexandre Iódice, e o filho Vittorio no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, para acompanhar o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1. Durante o evento, ela registrou uma foto ao lado de uma pintura de Ayrton Senna, em homenagem ao ex-namorado, morto em 1994.

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