quarta-feira , 11 março 2026
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Chantal Frazão lança Cantando Samba em Paris durante a Bienal do Livro de Alagoas

A autora de No Lugar do Morto retorna com uma coletânea de crônicas inéditas que celebram o riso, a curiosidade humana e a arte de viver entre culturas.

Divulgação

A escritora Chantal Frazão, franco-alagoana e integrante da Academia Alagoana de Letras, volta a encantar o público com o lançamento de Cantando Samba em Paris, seu novo livro de crônicas. A obra, publicada pela Editora Matriz, será apresentada ao público no próximo dia 4 de novembro, às 18h30, no estande 6 da Academia Alagoana de Letras, durante a 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas.

Após o sucesso de No Lugar do Morto (2024), Chantal Frazão reafirma sua habilidade narrativa e senso de humor refinado em Cantando Samba em Paris, obra que reúne treze crônicas bem-humoradas e profundamente humanas. As histórias nascem das experiências da autora em suas viagens e da convivência com diferentes culturas, revelando seu olhar curioso, sensível e, sobretudo, autoirônico.

Misturando literatura, filosofia e comédia de costumes, Chantal observa com leveza os desencontros e encantos da vida cotidiana. O título faz alusão a uma das passagens mais simbólicas da autora, quando — ainda vivendo na França — cantava sambas no metrô de Paris ao lado de Antônio, seu grande amor, e descobria o quanto sua alma já era mais brasileira do que francesa.

Em suas páginas, o leitor encontrará uma escritora que transita entre dois mundos, tecendo pontes afetivas entre o Velho e o Novo Continente. A autora transforma diferenças culturais em matéria literária e poética, convertendo o riso em instrumento de reflexão.

Para a crítica literária, Cantando Samba em Paris reforça o estilo único de Chantal Frazão, marcado por uma escrita elegante, espontânea e espirituosa. Há, em suas crônicas, uma fé inabalável no acaso e na conexão entre as pessoas — como se cada encontro, por menor que pareça, guardasse uma centelha de destino.

Com essa nova obra, a imortal da Academia Alagoana de Letras reafirma sua posição como uma das vozes femininas mais vibrantes da literatura contemporânea do Nordeste, unindo a tradição francesa da comédia de costumes à espontaneidade tropical brasileira.

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