Foto: Reprodução
O caso envolvendo o prefeito Carlos Gonçalves e o vice Peterson Henrique, ambos do PP, de Rio Largo, está gerando grande tensão política na cidade. A Câmara Municipal havia declarado extintos os mandatos deles com base em uma suposta carta de renúncia lida durante uma sessão extraordinária, mas o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJAL) manteve a decisão que garante a permanência dos dois nos cargos, indeferindo um pedido de suspensão da liminar feito pela Câmara.
O prefeito e o vice alegam que não assinaram as cartas de renúncia e que esses documentos podem ter sido falsificados. Eles tomaram várias providências para esclarecer que não tinham intenção de renunciar, incluindo registros de boletins de ocorrência e ofícios enviados a autoridades públicas. Além disso, recorreram à imprensa e redes sociais para combater a circulação de boatos.
O juiz da 1ª Vara de Rio Largo, Guilherme Bubolz Bohm, destacou que há indícios claros de que os documentos apresentados pela Câmara podem ser falsificados, com problemas como a falta de timbre oficial e o uso de mais de uma caneta para assinar os papéis. Diante disso, foi concedida uma liminar para manter o prefeito e o vice em seus cargos.
A Câmara, por sua vez, tentou suspender a decisão judicial, mas o pedido foi rejeitado pelo presidente do TJAL, Fábio Bittencourt, que argumentou que a retirada dos políticos dos cargos violaria princípios democráticos e a soberania popular, visto que eles foram eleitos pelo povo para exercer seus mandatos.
Agora, o cenário político de Rio Largo segue tenso, com uma disputa sobre a legitimidade dos documentos de renúncia e a continuidade ou não dos mandatos do prefeito e do vice. O caso está gerando grande repercussão e continua a ser monitorado pelo Judiciário e pela população local.
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