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Morre ex-comandante aéreo de Alagoas após 14 meses de internação no Rio de Janeiro

Felipe Marques Monteiro foi baleado na cabeça durante operação policial aérea em 2025 e passou mais de um ano em tratamento intensivo

Foto: Divulgação

Morreu neste domingo (17) o policial civil e piloto Felipe Marques Monteiro, ex-comandante de aeronaves da Segurança Pública de Alagoas. Ele estava internado há 14 meses após ser baleado na cabeça durante uma operação policial realizada no Rio de Janeiro.

Felipe Marques tinha 45 anos e atuava como copiloto de um helicóptero da Polícia Civil fluminense quando foi atingido por um disparo de fuzil em março de 2025. A aeronave dava apoio à chamada Operação Torniquete, realizada na comunidade Vila Aliança, em Bangu, zona oeste da capital carioca.

Segundo informações divulgadas à época, o helicóptero foi alvo de criminosos durante a ação policial contra uma quadrilha especializada em roubo de vans. O piloto foi atingido na região da testa e socorrido em estado gravíssimo para o Hospital Municipal Miguel Couto, onde iniciou um longo processo de recuperação.

Ao longo dos últimos meses, familiares, amigos e profissionais das forças de segurança acompanharam a evolução clínica do ex-comandante, que chegou a apresentar sinais de melhora após procedimentos cirúrgicos e sessões de reabilitação. Em novembro de 2025, Felipe havia deixado o Centro de Terapia Intensiva (CTI) após oito meses internado.

A morte foi confirmada pela família nas redes sociais e provocou comoção entre colegas da segurança pública em Alagoas e no Rio de Janeiro. Em nota oficial, o Governo do Estado do Rio lamentou a perda e destacou a atuação do policial no serviço público.

Durante sua trajetória profissional, Felipe Marques Monteiro teve atuação de destaque na aviação da Segurança Pública de Alagoas, participando de operações estratégicas e missões de apoio aéreo. Entre colegas da corporação, era reconhecido pela experiência e dedicação à atividade policial.

O caso ganhou repercussão nacional desde o atentado ocorrido em 2025, principalmente pela gravidade dos ferimentos sofridos durante a operação aérea no Rio de Janeiro.

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