Um homem de 34 anos foi preso em flagrante no último sábado (6), em Maceió, acusado de aplicar golpes com comprovantes de Pix falsificados. Ele simulava o pagamento de compras, mas transferia apenas R$ 0,01. A prisão foi divulgada nesta segunda-feira (8) pela Polícia Civil de Alagoas.
Um esquema de fraude envolvendo comprovantes falsos de Pix foi desarticulado em Maceió graças à ação rápida da Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit). O suspeito, de 34 anos, foi preso em flagrante no sábado (6), após uma empresa vítima da fraude denunciar o caso à polícia. A detenção ocorreu após sucessivas tentativas de golpe envolvendo pedidos realizados por meio de aplicativo de mensagens.
Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, desde o início de setembro o homem fazia pedidos por WhatsApp e, após receber o cupom fiscal da compra, enviava comprovantes adulterados simulando o pagamento integral. No entanto, ao consultar o extrato bancário, os comerciantes constatavam que o valor efetivamente transferido era de apenas R$ 0,01.
Grande parte das transações estava em nome da mãe do suspeito. A empresa que registrou a denúncia percebeu o padrão e, no dia 4 de setembro, acionou as autoridades. Dois dias depois, um novo pedido no valor de R$ 84,52 foi feito com o mesmo esquema: comprovante aparentemente correto, mas valor real de apenas um centavo.
Para confirmar o golpe, o gerente da empresa acompanhou o motoboy até o endereço indicado. No local, descobriu-se que a casa não pertencia ao suspeito. O morador afirmou que já havia recebido diversos entregadores tentando entregar produtos adquiridos da mesma forma fraudulenta.
Com essas informações, os policiais localizaram o verdadeiro endereço do acusado e realizaram a prisão. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde permanece à disposição da Justiça.
Ainda de acordo com a polícia, o homem já responde a processo por crime relacionado à Lei Maria da Penha e atualmente fazia uso de tornozeleira eletrônica, cumprindo medidas cautelares.
ALERTA PARA COMERCIANTES:
A Polícia Civil orienta empresas e pequenos comerciantes a verificarem sempre os extratos bancários antes de liberar pedidos feitos via Pix, especialmente quando os comprovantes são enviados por aplicativos de mensagens.

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