Mais de 300 artistas, vindos de diferentes regiões de Alagoas, transformaram Rio Largo em um verdadeiro palco de celebração cultural no último sábado (23), durante a 22ª edição da Mostra Alagoana de Dança. Com apresentações marcadas pela diversidade de estilos e pela valorização da identidade artística local, o evento atraiu a atenção do público e movimentou a cena cultural do município.
A Mostra Alagoana de Dança chegou a Rio Largo pela primeira vez reunindo 28 grupos e 34 apresentações em um dia intenso de arte e celebração. A pluralidade de expressões encantou a plateia com performances que percorreram mais de 10 estilos de dança — do jazz ao hip hop, do afro à dança de salão, passando pelo contemporâneo, ballet clássico, xaxado e manifestações populares.
Entre os destaques da programação estiveram o espetáculo “Poesias Secas”, da Cia El Gibbor Ballet Selma Pimentel (Maceió); a coreografia “Flu-Indo”, do Coletivo Plural (São Miguel dos Campos); e o contagiante “Retrô”, da Quadrilha Flor de Mandacaru (Rio Largo). O evento também deu espaço para talentos locais como o Estúdio Fly, que representou a cidade anfitriã com duas apresentações de ballet.
O prefeito de Rio Largo, Carlos Lima, comemorou a escolha do município como sede da mostra. “Rio Largo se torna, hoje, o centro da cultura alagoana. Receber esse evento é reafirmar o nosso compromisso com a valorização da arte e dos nossos artistas”, declarou.
Já a secretária municipal de Cultura, Allana Brandão, destacou a importância simbólica do momento: “É uma conquista histórica para Rio Largo. Ver tantos artistas, de tantas vertentes, reunidos aqui é motivo de orgulho e reconhecimento para os talentos da nossa cidade.”
A realização da mostra em Rio Largo reforça o papel do município como protagonista no fortalecimento da cultura alagoana. Com um evento que alia formação, visibilidade e intercâmbio entre artistas, a cidade passa a integrar o circuito de grandes eventos culturais do estado, abrindo caminho para novos projetos e futuras edições.
A Mostra Alagoana de Dança é considerada uma das mais relevantes do calendário cultural do estado e, nesta edição, reafirmou seu papel de inclusão, diversidade e valorização da produção artística regional.

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