As chuvas que atingem Maceió, municípios da região metropolitana e a Zona da Mata de Alagoas mantêm o estado em alerta, segundo informou a Superintendência de Prevenção em Desastres Naturais da Semarh. O risco de transtornos aumenta com a previsão de continuidade das precipitações ao longo desta terça-feira (5).
O clima instável persiste sobre o território alagoano e tem preocupado autoridades de monitoramento climático e de defesa civil. De acordo com a Superintendência de Prevenção em Desastres Naturais (Spden/Semarh), as condições atmosféricas indicam a formação de nuvens carregadas, que podem provocar chuvas de intensidade fraca a moderada, acompanhadas por rajadas de vento em pontos isolados.
As áreas mais suscetíveis aos efeitos das chuvas estão localizadas na metade norte do litoral do estado, com destaque para a região metropolitana de Maceió e municípios da Zona da Mata. A ocorrência de alagamentos, quedas de árvores e destelhamentos em imóveis não está descartada, especialmente em áreas com infraestrutura de drenagem deficiente.
Segundo os técnicos da Spden/Semarh, a atuação de cavados nos baixos e médios níveis da atmosfera, associada a sistemas de escoamento sobre o Oceano Atlântico, tem favorecido a instabilidade. O monitoramento das condições meteorológicas está sendo feito em tempo real, e atualizações poderão ser emitidas conforme a evolução do cenário.
Complementando o panorama, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) havia emitido, no domingo (3), um alerta de nível laranja, considerado de perigo, para acumulado de chuvas em todas as cidades do litoral alagoano. O aviso, válido até a manhã da segunda-feira (4), previa volumes entre 30 e 60 milímetros por hora, ou até 100 mm por dia, o que pode representar riscos de deslizamentos, transbordamentos e inundações urbanas.
Entre os municípios sob risco estão Maceió, Maragogi, Coruripe, Penedo, São Miguel dos Campos, Barra de São Miguel, Porto de Pedras, entre outros da faixa litorânea e da Zona da Mata.
A Defesa Civil reforça a orientação para que a população evite áreas alagadas, busque locais seguros em caso de risco e acompanhe as informações divulgadas pelos canais oficiais. Em caso de emergência, o órgão pode ser acionado pelo número 199.

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