O Instagram deixou de ser apenas uma rede de fotos e vídeos para se tornar uma das ferramentas mais poderosas no jogo político. Em Alagoas, políticos de diferentes partidos e mandatos vêm utilizando a plataforma para ampliar sua influência, conquistar eleitores e disputar espaço no debate público. O número de seguidores e o nível de engajamento já refletem diretamente na visibilidade e, muitas vezes, no sucesso eleitoral.
Com 729 mil seguidores, o prefeito de Maceió, JHC (PL), lidera o ranking dos políticos com mandato mais seguidos em Alagoas. Ele é seguido pelo senador Renan Filho (MDB), com 555 mil, e pelo deputado estadual Leonam Pinheiro (PP), que soma 352 mil seguidores e aparece entre os 100 políticos mais influentes do Brasil no Instagram, segundo levantamento da plataforma MonitoraBR em parceria com a empresa de dados Zeeng.
A lista preparada pelo blog do jornalista Edivaldo Júnior mostra que a presença digital deixou de ser acessório e passou a ser central na estratégia de muitos políticos. O deputado estadual David Empregos, por exemplo, construiu grande parte de sua popularidade a partir de vídeos voltados para vagas de trabalho, enquanto nomes como Leonardo Dias e Thiago Prado também ganharam projeção a partir da atuação intensa nas redes.
A seguir, confira o ranking dos 16 políticos alagoanos com mandato que já ultrapassaram a marca de 100 mil seguidores no Instagram:
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JHC – 729 mil
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Renan Filho – 555 mil
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Leonam Pinheiro – 352 mil
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Paulo Dantas – 323 mil
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Arthur Lira – 318 mil
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Renan Calheiros – 310 mil
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Rafael Brito – 273 mil
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Alfredo Gaspar – 256 mil
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Fábio Costa – 179 mil
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Leonardo Dias – 162 mil
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Marx Beltrão – 126 mil
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Cabo Bebeto – 126 mil
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David Empregos – 125 mil
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Thiago Prado – 115 mil
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Rui Palmeira – 104 mil
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Alexandre Ayres – 100 mil
Mais do que números, os perfis que se destacam mostram capacidade de mobilização, produção de conteúdo e conexão com o público. O crescimento expressivo de contas como a de Leonam Pinheiro evidencia a força das redes em uma nova lógica de comunicação política — mais direta, sem mediações tradicionais e com linguagem própria do meio digital.
Com o avanço do uso das redes sociais, especialmente entre os jovens, analistas apontam que o desempenho online será cada vez mais determinante nas próximas disputas eleitorais. Quem não souber dialogar pelo feed e engajar nos stories corre o risco de ficar para trás — no algoritmo e nas urnas.

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