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A Câmara Municipal de Maceió aprovou, na terça-feira (13), em segunda votação, o projeto conhecido como “Lei Anti-Oruam”,

Foto: Reprodução

A Câmara Municipal de Maceió aprovou, na terça-feira (13), em segunda votação, o projeto conhecido como “Lei Anti-Oruam”, que proíbe a utilização de recursos públicos para contratação de artistas cujas músicas façam apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas em eventos realizados na capital alagoana.

O projeto agora segue para sanção do prefeito João Henrique Caldas (PL). Caso seja aprovado, a medida impedirá a participação de artistas com esse tipo de conteúdo em apresentações financiadas direta ou indiretamente com verba pública.

A proposta recebeu o apelido de “Lei Anti-Oruam” em referência ao funkeiro Oruam, nome artístico de Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, filho do traficante Marcinho VP, que está preso desde 1986. Apesar de ainda não ter discos lançados, o cantor soma mais de 11 milhões de ouvintes mensais em plataformas de streaming e emplacou um dos maiores sucessos de 2025.

A iniciativa segue a linha de projetos semelhantes em tramitação ou aprovados em outras cidades brasileiras, que buscam limitar o uso de dinheiro público para a promoção de conteúdos considerados inadequados ou que incentivem comportamentos ilícitos.

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